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Acheron

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Nas Profundezas de Acheron As orlas inferiores   Porque tudo que levo é o meu silêncio e perpetuado entre os ecos de meu próprio herói, ouço bradar acima de mim, as vozes que no além irei deixar como memórias vivas...   Senti preso em meus cabelos, um alfinete que mesclava a dura forma fractal dos gelos, mãos que suavemente me penteavam, mas que ao mesmo tempo, me lavavam, deixando no rosto a palidez que outrora entre as chamas queimou-me. A quietude das orlas inferiores das brumas, o silêncio que me fez jurar para que pudesse ser levada ao submerso rio. As divisões de mundos já haviam sido feitas, o silêncio havia sido pago. Não pude soar com a voz de minhas cordas, mas nos meus olhos ainda havia preço. Eu vi e senti as profundezas tomarem-me, queria gritar com a alma, expressar a loucura das orlas, das camadas que me envolviam, do apreço, das chamas que me devoravam, das águas que se misturavam entre as três temperaturas , todas ao mesmo tempo. Entravam sobre as ...

A Deusa e o Corpo Lúteo





A DEUSA E O CORPO LÚTEO

 

Seria manifesto dizer que o Universo em suas camadas ionizantes recria um processo contínuo de vida. A estrela chave do universo que traz consigo todas as substâncias produtivas para o homem como se a parte nucléica do íntimo ainda em ressonância com o homem sonha.

Em milhões de anos as suas camadas vertentes do tempo foram afinando e em mais de suas milhões de malhas, causara um certo impacto no núcleo por motivações da humanidade e desmotivações terrestre. Quão intensamente as camadas do próprio homem em desordem.

E, no íntimo da terra como o relógio pulsante e contínuo ele ainda recria em números o poder de sua valência. Na regra da camada mais profunda a deusa sente, vibra e grita. O som cria a vida e a existência ainda é permitida. Na clave entoante dela os polos se formam e as definições de sua força jamais regressa, apenas segue.

Nessas castas enigmáticas do tempo em que entram os vácuos, a matéria pura da ordem e do caos, desliga-se da unidade, formando um corpo provisório, até que as sua base se restabeleça. Nesse espaço tempo o relógio cósmico continua a emitir o seu grau por densidade e peso.

O equilíbrio gerado pelo grau e a densidade fazem o corpo se implantar, no caso, o profundo núcleo terrestre, a força magnética da semente milenar. As duas luas cheias que se repetem a cada 2 anos e 7 meses, torna-se a incubadora universal. Por 18 anos e 7 meses ela mantém, da temperatura homogenia da terra para que os seres em fusão do seu eixo vivam e o processo de ionização continua até completar a circunferência do seu ponto de partida. O eixo e as oscilações secundárias da terra. Onde que por seu ponto chave vibrante, desenrola a serpente.

Após 74 anos e 8 meses reinicia o seu curso pelos próximos 27.320,11656 dias solares.

Reestabelecido no núcleo da terra, onde o eixo se replicou, o corpo se nutre de sua irmã que o implantou e os gases são reabsorvidos na semente germinadora do universo.

O eixo reclina como o tubo endométrio e as limalhas de tempo acontece. Devido a organização temporal, onde nos vácuos foram criadas outras camadas de tempo. Todas as normas de peso, medida e densidade não afetam nos valores finais. E, por determinação da chave diretora, os números de gases omitidos pelo espaço são sempre em níveis de precisão, fracionados em contagem de graus.

A bússola da vida germina quando dela emite valores correspondentes à harmonia. A estrela chave do tempo é a substância germinada, fecundada do núcleo terrestre para que o calor existente seja a combinação perfeita da cosmologia humana.

Em seus íons a deusa emite os seus prótons, a sua carga positiva onde a energia da sua partícula conserva a sua massa terrestre. Seus elétrons, onde por meio da carga negativa funcione como uma densidade de tempo equilibrado. Juntamente com o nêutron, que mantém a polaridade das suas bases e sustenta o eixo.

Seus elementos distribuem e criam o cenário.

Sendo o tempo considerado por polônio ele é igual em todos os níveis de vida. Apenas, em suas camadas ionizadas de espaço que reformula a existência e a estabilidade por determinação, como o DNA.

Sua base de tempo em semelhança a cobra. O número que secretamente guarda e que desenrola na vida. No termo dinâmico do ser que putrifica a cada volta, a cada giro e descendo em sua base em efeito deosil, ele já determinou as causas. Vemos por efeito espelho, suas ondas eclípticas estão criando e destruindo com a mesma intensidade. A vertente desce, mas os valores ocultos sobem.

Como a água e todos os componentes nela integrados, seus minerais atômicos que as nutrem e que por força maior, um dia desintegrará.

Os dois polos negativos da terra grita, clama e sofre as duras penas para manter-se. Igualmente as moléculas, que por força e determinação da própria criação avança, progride e tenta suprimir alguma deficiência genética. Mantém-se por um tempo, mas se as bases que possam desencadeá-las forem suficientes para danificá-las, então, os dois polos dançam e se deturpam sofrendo a desordem que a destruirá definitivamente.

As desordens climáticas de um polo a outro. De negativo a negativo e perdendo parte de seus elétrons. Excessivos calor e perca de temperatura são as bases fundamentais para que haja a insuficiência de seu sustento.

Tudo a seu tempo, com responsabilidade e união a terra não será um palco de horrores, mas somente se a consciência em nível de ordem iniciar com mais respeito pelo solo de todos, pelo planeta e por seu renascimento até março de 2061. Quando o verão ir e o novo ciclo recomeçar.

Vestimo-nos de lucidez, e que o véu da deusa seja os reflexos da nova genoma.


Original: Claudianne Diaz

Texto com ©DIREITOS AUTORAIS

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