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A mostrar mensagens de outubro, 2023

Novidade Filosófica!

Na Eternidade - Onde me sentei e chorei

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A Alma Indivisível – Onde me sentei e Chorei [À minha mãezinha...]   Quando atravessei o limiar, não encontrei escuridão. Encontrei paz — e nele, todas as vozes que ignorei em vida. A morte não me levou; ela me apresentou àquilo que sempre fui despida do tempo, sem peso. Compreendi, então, que viver não é existir — é tocar e ser tocada, ainda que por um instante. O fim não fecha a porta. Apenas ensina a olhar para trás com ternura! Essas são minhas palavras... Lá onde atravessei o portal de bronze, onde havia inúmeras serpentes escuras, até os cachos de brotos das árvores eram ninhos de seus filhotes, acreditei estar em um lugar intocável, um lugar apenas para os que não retornam. Estive ali, à beira das águas que não ousaria tocar. Mas, tive que tocar. Acompanhei alguém na caminhada mais dura e difícil da minha vida, minha mãezinha , a que jamais quis ter que voltar. Mesmo assim, aqui estou. Na primeira camada, a morte é a lei; na camada das sombras, é a passagem, a escolh...

Circe

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CIRCE - Filha do Sol Aiaíā . Morada de Circe. Descansa sob um ponto, toda de luz o seu código, escondido e imerso na escuridão. Circe, a deusa da ilha do sol. Entrelaçada com a sentença dual do homem; sentença essa que faz dele a natureza mais elevada ou a mais ínfera. Estando possuindo a ilha do sol, ela espera novos guerreiros e aventureiros para delimitar o seu curso, pois, há limites entre os seus visitantes e a sua generosidade. Nem sempre, sua forma de recepcionar leva-os para conhecer o interior de sua morada. O sulco exteriorizado de seus venenos delimita a passagem desses guerreiros e assim, toda a síntese antes imaginada recua e morre. Síntese, que por suas mãos são feitas e impregnadas pela força de sua vontade e determinação causando a decídua . Circe, vence a batalha por sua decisão, pelo código não compilado e por um feixe de luz reprimido antes das duas colunas serem elaboradas. Colunas nas quais dançam as espirais . Um guerreiro sábio, mas equívoco, Ulisses. O her...

Bruxas - Lua da Anciã

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BRUXAS - LUA DA  ANCIÃ   Celebra a face escura da deusa Anciã; senhora da morte e da sabedoria. Nas fogueiras celebram o rito de passagem, os sabás, as divinações, nas lenhas que queimam faíscam na luz serpentina as visões como o espelho negro. O círculo sagrado não só devota as 13 feiticeiras do tempo como marca uma passagem simbólica entre os mundos. Dominam a arte da escuridão não só por efeito paradoxo, mas por representar as forças masculino e feminino trazendo por detrás das cortinas celestes o equilíbrio das fendas do próprio tempo. Oitavo tempo dentro das cortinas enluaradas, reprisam o uno dentro do 3 e o 5. Óctuplo, o nobre caminho. A anciã da lua negra, do inconsciente, do oculto, das sombras trás invisível o novo. Pelo fim do velho ciclo, ela traz o mistério. Entre as fases do tempo onde estão recolhidos os finos véus que separam os mundos; o físico do astral. A anciã condutora das barcaças das almas flui o sopro da direção. O sopro da consciência interio...