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Acheron

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Nas Profundezas de Acheron As orlas inferiores   Porque tudo que levo é o meu silêncio e perpetuado entre os ecos de meu próprio herói, ouço bradar acima de mim, as vozes que no além irei deixar como memórias vivas...   Senti preso em meus cabelos, um alfinete que mesclava a dura forma fractal dos gelos, mãos que suavemente me penteavam, mas que ao mesmo tempo, me lavavam, deixando no rosto a palidez que outrora entre as chamas queimou-me. A quietude das orlas inferiores das brumas, o silêncio que me fez jurar para que pudesse ser levada ao submerso rio. As divisões de mundos já haviam sido feitas, o silêncio havia sido pago. Não pude soar com a voz de minhas cordas, mas nos meus olhos ainda havia preço. Eu vi e senti as profundezas tomarem-me, queria gritar com a alma, expressar a loucura das orlas, das camadas que me envolviam, do apreço, das chamas que me devoravam, das águas que se misturavam entre as três temperaturas , todas ao mesmo tempo. Entravam sobre as ...

A Deusa e a Ciranda de Energia




A DEUSA E A CIRANDA DE ENERGIA

 

A sequência molecular atômica atua na forma polarizada e ionizada gerada por eletromagnetismo. Essa forma de energia na qual criou a sua linha digitável, ou seja, o código invisível que em seu raio comanda, exprime e purga a força subjacente da vida, inicia as suas divisões do uno.

Do tempo, ao dois, da energia quatro, em conjuntos. A regra diretora definiu já por base das suas divisões na primeira fase, onde por sequência genética expandem por força giratória e oscilares. Então, as subdivisões continuam.

O código universal chaveado entrou na corrente orgânica e no vácuo, na matéria pura, são criadas as seções. Onde os cálculos genéticos definidos pela ionização do vácuo recriam nesse campo hermo, em sentido de espaço, a soma da próxima multiplicação, divisão e chave. As chaves são os comandos universais e essa sequência que já dividiu e criou o seu molde, repousa.

O nível intelecto que dirige o processo humano para a criação ainda resiste aos caçadores nas quais exploram pilhas de ideias, mas sem o comando real não definem por base a linha iniciadora.

Os olhos da ciência ainda em estudo fisicamente puro permanecem oculto, mas da consciência pura transcendendo à metafísica encontrarás na qual por meio da humanidade e pela justiça que o fez jurar.

A ciranda de energia sendo de dentro ou fora do corpo sempre foi uma questão de ionizar. As camadas de eletromagnetismo na qual o rodeia e que faz comungar com o divino. Na oscilação e vibração existe.

Em processo inicial, onde a chave ainda se abriria e desdobraria para as camadas de tempo e espaço, a consciência celular já está instalada e na vertente da temperatura tudo se desencadeia. A inteligência divina do polônio, do cromo e de todos os minerais da terra, sendo o éter o primordial. Nele está a energia universal e a fonte do código. — Mas, o que seria esse código? Essa resposta está na chave. — E, onde ou o que é essa chave? Eis, que a porta, não é porta. Assim, como a pedra da transmutação não é pedra.

Quem conhece o caminho dos alquimistas e por ela trilha, então conhecerás a chave.

— Quem possui a chave?

Apenas os mestres. E, os mestres não são de carne e osso.

Mas, o caminho está aberto para todos, essa abertura está lá. E, sedento, aguardando que a humanidade bate.

A lei do uno, da liberdade e do universo mantém os segredos de todas as coisas. As memórias podem ser acessadas pelos peregrinos da vida. Do plano terrestre, onde ainda em evolução pedem para que sejam instruídos.

O nascimento do ser é como o nascimento do universo. Impregnado de segredos. Mas, como o homem intelecto acessa tais documentos celestes ele começa a compreender que no espaço, onde o tempo não existe, apenas as suas radiações temporais fracionadas por ionizações tudo renasce, em dois conjuntos de 18 anos e 7 meses. E, tudo se transforma, na sociedade, no pensamento, na política, na ciência. A cada 74 anos e 8 meses um novo evento cósmico é gerado, mediante a força que expele de dentro do seu núcleo. E, nos primeiros três meses de 2061 será recriado o universo.

Então, tudo será renovado pelos gases que compõem um novo cenário ao passar pela atmosfera a estrela que visita a terra.

O homem renasce quando sente em seu íntimo o desejo da vida. Assim, é o universo. Mas, quando a estrela que visita a terra não mais surgir, então, o universo sem o desejo da vida iniciou o seu big bang.

Porque na forma infinita do tempo, o retrocesso se inicia, como o processo cadavérico.

Por ser devastado, ignorado e incógnito pela humanidade. A existência depende do ser que quer evoluir, e não para os que debruçam para a demência. Porque a linha do tempo já é programada, o que resta para o homem moderno é identificar essa linha e respeitá-la.

— Onde, por força magnética, poderíamos desaparecer como os Atlantes?

A ciranda de energia não uniu por força criadora, a inteligência do todo para que percamos ao meio da escuridão. Sobre os olhos da deusa sem nome e regidos por uma força maior, somos libertos e despertos para a inteligência cósmica e deixai-os serem acordados pela mão acariciadora dela.

A energia cósmica passa por um relógio infinitamente ionizado, tudo é transformado em cinzas.

Acordai-nos para que a cidade de luz seja a conclave dos nossos olhos, a pujança do amanhecer e a forma determinante do nosso DNA.

 

Original: Claudianne Diaz

Texto com ©DIREITOS AUTORAIS

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