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Novidade Filosófica!

Na Eternidade - Onde me sentei e chorei

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A Alma Indivisível – Onde me sentei e Chorei [À minha mãezinha...]   Quando atravessei o limiar, não encontrei escuridão. Encontrei paz — e nele, todas as vozes que ignorei em vida. A morte não me levou; ela me apresentou àquilo que sempre fui despida do tempo, sem peso. Compreendi, então, que viver não é existir — é tocar e ser tocada, ainda que por um instante. O fim não fecha a porta. Apenas ensina a olhar para trás com ternura! Essas são minhas palavras... Lá onde atravessei o portal de bronze, onde havia inúmeras serpentes escuras, até os cachos de brotos das árvores eram ninhos de seus filhotes, acreditei estar em um lugar intocável, um lugar apenas para os que não retornam. Estive ali, à beira das águas que não ousaria tocar. Mas, tive que tocar. Acompanhei alguém na caminhada mais dura e difícil da minha vida, minha mãezinha , a que jamais quis ter que voltar. Mesmo assim, aqui estou. Na primeira camada, a morte é a lei; na camada das sombras, é a passagem, a escolh...

Belisama em Fases Lunares

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CLUBE DE AUTORES Belisama usa a fase lunar para guia-la quando se vê perdida ao mergulhar profundamente numa depressão pós parto. Mãe precoce e com a juventude abalada por perder o namorado, se torna madura antes do que esperava. Se isola por um tempo e busca a reverenciada anciã para que a leve a melhores opções e diante dos obstáculos encontra trabalho numa edição literária, onde se publica apenas biografias. Em seu primeiro contato para entrevistar um astro de cinema fica diante do seu maior ídolo. Inexplicavelmente, os dois criam um laço, já que descobrira que a vida do seu ídolo não era tão perfeita. Os dois haviam passado quase a mesma experiência e se uniram secretamente para viver uma grande paixão. — A anciã a levou direto para os braços do único homem que poderia salvá-la do terror que tinha mergulhado? — Ou as outras deusas estavam provando que o amor não tem limites?

Belisama em Fases Lunares

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Mãe da escuridão Aquela, cuja manifestação, está no céu em trevas, No fundo das cavernas No verde das matas. No anoitecer do dia, A escuridão das profundezas estelares, e que adormecida ouve os sussurros dos peregrinos na terra. Mãe, que canta com o assopro dos ventos e faz o coração pulsar de alegria. Escondida entre a luz que se fundiu permanece gloriosa para ouvir os que em silêncio declama a sua aparição no céu. Esplendorosa mãe que se prepara para descortinar o véu da reflexão, abre os sentidos e os faz mergulhar no mais profundo oceano de fantasia e imaginação. Mentes que varrem os mares em busca de explicação. Pavorosos olhos noturnos que viajam sobre as ondas procurando um punhado de elucidação. Peregrinos, crianças do tempo que desejam compreender quem és, para onde vais e o que são. O silêncio do tempo em cada coração reflete de volta a seu mestre interior todas as respostas. E, no entanto, o som do mundo não os deixam ouvir a voz que clama, que chama e que induz. Volta, pere...