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Novidade Filosófica!

Acheron

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Nas Profundezas de Acheron As orlas inferiores   Porque tudo que levo é o meu silêncio e perpetuado entre os ecos de meu próprio herói, ouço bradar acima de mim, as vozes que no além irei deixar como memórias vivas...   Senti preso em meus cabelos, um alfinete que mesclava a dura forma fractal dos gelos, mãos que suavemente me penteavam, mas que ao mesmo tempo, me lavavam, deixando no rosto a palidez que outrora entre as chamas queimou-me. A quietude das orlas inferiores das brumas, o silêncio que me fez jurar para que pudesse ser levada ao submerso rio. As divisões de mundos já haviam sido feitas, o silêncio havia sido pago. Não pude soar com a voz de minhas cordas, mas nos meus olhos ainda havia preço. Eu vi e senti as profundezas tomarem-me, queria gritar com a alma, expressar a loucura das orlas, das camadas que me envolviam, do apreço, das chamas que me devoravam, das águas que se misturavam entre as três temperaturas , todas ao mesmo tempo. Entravam sobre as ...

Belisama em Fases Lunares

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CLUBE DE AUTORES Belisama usa a fase lunar para guia-la quando se vê perdida ao mergulhar profundamente numa depressão pós parto. Mãe precoce e com a juventude abalada por perder o namorado, se torna madura antes do que esperava. Se isola por um tempo e busca a reverenciada anciã para que a leve a melhores opções e diante dos obstáculos encontra trabalho numa edição literária, onde se publica apenas biografias. Em seu primeiro contato para entrevistar um astro de cinema fica diante do seu maior ídolo. Inexplicavelmente, os dois criam um laço, já que descobrira que a vida do seu ídolo não era tão perfeita. Os dois haviam passado quase a mesma experiência e se uniram secretamente para viver uma grande paixão. — A anciã a levou direto para os braços do único homem que poderia salvá-la do terror que tinha mergulhado? — Ou as outras deusas estavam provando que o amor não tem limites?

Belisama em Fases Lunares

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Mãe da escuridão Aquela, cuja manifestação, está no céu em trevas, No fundo das cavernas No verde das matas. No anoitecer do dia, A escuridão das profundezas estelares, e que adormecida ouve os sussurros dos peregrinos na terra. Mãe, que canta com o assopro dos ventos e faz o coração pulsar de alegria. Escondida entre a luz que se fundiu permanece gloriosa para ouvir os que em silêncio declama a sua aparição no céu. Esplendorosa mãe que se prepara para descortinar o véu da reflexão, abre os sentidos e os faz mergulhar no mais profundo oceano de fantasia e imaginação. Mentes que varrem os mares em busca de explicação. Pavorosos olhos noturnos que viajam sobre as ondas procurando um punhado de elucidação. Peregrinos, crianças do tempo que desejam compreender quem és, para onde vais e o que são. O silêncio do tempo em cada coração reflete de volta a seu mestre interior todas as respostas. E, no entanto, o som do mundo não os deixam ouvir a voz que clama, que chama e que induz. Volta, pere...