Novidade Filosófica!

Acheron

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Nas Profundezas de Acheron As orlas inferiores   Porque tudo que levo é o meu silêncio e perpetuado entre os ecos de meu próprio herói, ouço bradar acima de mim, as vozes que no além irei deixar como memórias vivas...   Senti preso em meus cabelos, um alfinete que mesclava a dura forma fractal dos gelos, mãos que suavemente me penteavam, mas que ao mesmo tempo, me lavavam, deixando no rosto a palidez que outrora entre as chamas queimou-me. A quietude das orlas inferiores das brumas, o silêncio que me fez jurar para que pudesse ser levada ao submerso rio. As divisões de mundos já haviam sido feitas, o silêncio havia sido pago. Não pude soar com a voz de minhas cordas, mas nos meus olhos ainda havia preço. Eu vi e senti as profundezas tomarem-me, queria gritar com a alma, expressar a loucura das orlas, das camadas que me envolviam, do apreço, das chamas que me devoravam, das águas que se misturavam entre as três temperaturas , todas ao mesmo tempo. Entravam sobre as ...

Terracota - Embriologia - A Ordem 0,27.19




Terracota - Embriologia — A Ordem 0,27.19


Do caos.

Dois cones virados sobre si vão ao encontro da energia que pulsa nos emaranhados raios que tão sinuosamente explodem do lado de fora.

Memórias, lembranças e espécies se rompem nas barreiras exteriores que se jorram para dentro como o líquen. Substância dos Lecanoras derramam para dentro do ventre em transformação, processo que ativou e organizou ferozmente, determinantemente e impetuosamente a mutação que não cederá a resistência, mas a força do opositor. Tal força que o empenhará na resistência e nela o formará, sem retorta, sem piedade, para nessa síntese esmiuçar a forma segregada da natureza e restabelecerá a sua forma revelada.

Como a força das precessões, dos impulsos dos eixos, das marés lunares replicam. Fertiliza e repousa pela dádiva do homem ao prepará-lo.

Torna-o primeiro em espécie de luz, criando a sua liberdade na parte mais íntegra e escura do ventre que o manteve.

As clivagens dão-se ao ventre das 56 luas. Seu período como a soma celeste. No trigésimo quinto dia desfragmenta a ordem 4 e 15, compilado pelas mãos celestes trabalha para a formação disciplinar do seu próprio tempo, o 19. Onde a força o dominou, a resistência mantém segura de que no molde a sua força será influente, criando o fogo. A energia na qual precisará para formar os bpms. Dos impulsos primitivos da mãe que o levou até as ondas de luz para formar os pólens sagrados.

Pois, dessa tamanha transformação o ser que antes foi determinado, engendrado pela água, pelo fogo e conhecendo os mistérios da matéria pura deve provar antes da morte.

Manifestado pela mutação, divide-se para que a soma perfeita dos cromossomos lhe dá o propósito final das duas partes e na linha tênue que os separou guardará para sempre os mistérios da vida. A morte que o compilou trouxe para si a força do fogo, do opositor e que o dominará para sempre como o preço da resistência. Tal aferro, genialidade do ser que seguramente o aniquilaria ali mesmo, na escuridão do ventre e Eucharis, a força central jamais iria adiante. Porque o fogo deve torná-lo pronto e a água apenas a substância que o manterá nas bases amnióticas.

O mar da enorme precessão, das duas marés, das cinco forças criadoras, dos sete exteriores, das onze implacáveis, das dezenove transformações mutáveis, das vinte e sete cognitivas e o nove de chave.

Seres de luz, de trevas, de carne e éter. Seres que jamais se apagará nem por forças da morte, opositor das primeiras horas de existência física. Esse, o elemento primordial e que em memórias outrora é conhecida.

Um universo dentro de outro assegurado por dois corações, as duas linhas de bpms da terra e do oceano. A força e a resistência, lutando juntas com toda a sua determinação, criando e gravando a sua espécie, a sua ordem, a sua classificação no mundo. Desde que o seu coração o implantou como a redoma do próprio universo interior deixou de passear com o seu sangue em mistura com outros, abastecendo-o na sua individualidade. Nutrindo das linhas primitivas para as mesenquimais. Abrindo espaço entre a sua formação primária para os nós que criarão a partir daí os processos de separação entre mãe e filho, a indução aos fluídos líquens, o maná da sua própria vida e individualidade no universo gerado.

Somando-se das transformações que sofreu pelo fogo opositor e que o fez crescer e esmiuçar a semente luminosa, passou-se da fase do semeador nove. Eis, um ser nas quais o campo celeste gravado o inverterá, trazendo para si as pregas da personalidade encarnada. As sessenta e seis esferas que o introduzirá por força e não resistência. Tal fogo empenhará as dobras de suas vértebras e colocará a divisão de quem o será por toda a vida terrestre.

O artesão segmentou na forma de luz, dos cones de aproximação, dos mesodermas exteriores e interiores, das mesenquimais, dos nós e da evolução da trindade.

As cinco originalidades entre as rachaduras das forças do fogo geraram os nervos, a glândula de força cognitiva, a implantação das teias de vênus. Ela supõe-se, de que em seu véu constituirá os segredos de seu universo e que gerará a força de Eucharis, enquanto houver a força das duas marés lunares.

Essa rede de fios parecidos com as teias de aranhas abrangem uma área na qual o homem em suas divisões equivale aproximadamente 2,390628735357399 por neurônio.

Provando a força do fogo em completude com a água.

Da mesma nascente onde encontra-se vênus, o amor que tudo pode gerar apenas com a morte do seu indivíduo ele pode renascer e no inverso de seu número atômico também pode se imortalizar.

Sois gerados pela força do fogo, e no fogo, tudo é purificado. Da palingenesia voltar-se ao seu mestre com inteireza, integridade e justiça. Porque as obras intocáveis não perecem, mas vivem em todos os planos.



— Estais prontos para se reintegrar numa nova condição humana?

 



TEXTO COM ©DIREITOS PRESERVADOS – ORIGINAL: CLAUDIANNE DIAZ
TERRACOTA – EMBRIOLOGIA - A ORDEM 0,27.19
DO ORIGINAL - TERRACOTA

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