Novidade Filosófica!

Vênus - A Deusa Que Ama o Avesso

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  Dizei-me, oh! estrelas: que destino aguarda aqueles que ousam unir luz e mistério?  A união recém-formada entre Apolo e Vênus reverberava pelo espaço como uma onda sincronizada. Não era som, mas vibração — uma alteração sutil na tessitura do cosmo, como se o próprio vácuo reconhecesse que duas forças fundamentais haviam decidido caminhar lado a lado. Apolo avançava à frente, abrindo trilhas de claridade pelo espaço profundo. Sua luz não era apenas brilho; mas cálculo, precisão, consciência. Cada fóton que deixava seu corpo, carregava uma intenção, um convite para que o universo se revelasse. Vênus seguia ao seu lado, segurando o braço da lógica — gesto que se tornara símbolo de sua aliança. A deusa caminhava com a elegância de quem domina o próprio destino, mas havia algo novo em seu olhar; curiosidade. Uma curiosidade tão intensa quanto o brilho de seu planeta. — Sente isso? — perguntou ela, observando o espaço ao redor como se escutasse uma música distante. — Sinto, respon...

Terracota - Embriologia - A Ordem 1,0.819




Embriologia — A Ordem 1,0.819

 

 

Na base de luz onde mergulhara e permaneceu livre, viveste realmente o ser mais puro e inteiro de todas as formas, conhecendo por inteireza todo o esplendor da morte que causara ressurgido do caos e nele cravado como os pólens que jamais retornam, apenas vão.

Conheceste a linha primitiva, mantendo na memória viva do inconsciente e na água da pura resistência, o fator hexagrama. Dentro, por força do fogo, regenerado, renascido e implacável estabelece formas e invertido no acolhimento termal une os bastões da trindade. Criando para si o caminho do puro devir, de onde se nutrirá do seu próprio Lecanoras, os sais que o manterão por toda a vida.

A jornada dos sais, o caminho primitivo onde os antigos olhos viram as primeiras constelações e que nelas geraram a sublimação, a energia das radiações estelares que sucumbiu as ondas de difusões e estabeleceu os primeiros contatos entre o ser e o celeste.

Dentro das águas termais conheceste os mistérios das marés mais profundas, onde levou-os a regeneração, as extremidades da morte e rasgaste com a completude da força do fogo emanando de si toda a resistência que cada ser pode provar e manter. Nesse sistema de onde parte as duas colunas de fogo e expandindo em hectares a base tridimensional, forma-se a boca do peixe, a divisão que goteja o sal que não se espalha, os sais que não se mistura e que por comportamento, jamais se infecta. Ele se mantém, puro na mão do artesão, no cadinho e no fogo.

Divide-se de três em três para então a forma óctuplo representá-lo no mundo como o ser imortal. A linha nodal que se ramifica de sua boca e de sua calda e que nunca mais será preso à morte. Mutação que o libertou, salvou e desatou dos nós da resistência. Liberto e na luz que o deixou livre pelas horas de vênus, a deusa da implantação, surgiste como a força do sol na qual resultaste dos nós que tão sublimemente elevou-se das duas forças; abaixo e acima, escuro e luminoso, dentro e fora. Das raízes inferiores, na qual desta força sugou e emergiu numa terra fertilizada. O ventre da mãe.

Elevado pelo emaranhado da aranha, os fios da nutrição celular transformaram-se em deus.

Criara a força do caos e reordenou-se, até a fenda que abrira o processo de difusão. Iniciou-se a partir do conjunto uníssono a força das marés e no oceano de toda a verdade revelada fundiu-se dos polos dínamos.

Dos cinco pontos que jorram com força, a vida flui-se, e desta força criadora aumenta os bpms para criar a seiva constante de Eucharis, o círculo que jamais deixará de crivar, das elevações e radiações que criou a partir do seu ponto negativo a força do positivo e desse Ens, tornara imortal.

Constituído do fóton a semente germinativa do puro sal. Da qual a consciência do nulo, ao paradoxo da existência, subtraída do elemento em velocidade no vácuo, por excelência da organização em processo e determinação. Luz negra constante, trevas desaceleradas, imersão.

Proteínas, água, energia, oxigênio.

Força das trevas, dos sulcos inferiores, da luz, forças do sol. Das águas termais, os hormônios gonadotrofinas coriônicas, nas quais assimilam às águas do profundo e mais ulterior dos oceanos, as bases que certamente há fogo, e que juntos criam as multiplicidades dos coeficientes do universo. Fatores que o homem segregado e primitivo se originou.

E, dentro dele há todos os elementos que implodem, esmiuçando-o de dentro para fora. Conhecendo o seu espaço onde o nove é a base, o fora, o seu inverso. Estabelecendo o hexagonal como as abelhas, e novamente o óctuplo desenvolve-o e abastece a partir de oitenta e quatro dias oferecendo todo o nutriente necessário para a filtração e que mantém a maior ordem expressa do lado direito.

Como o pólen é a substância engenhosa e primitiva da ordem da polinização, a glândula abstém a sua forma concentrada em termos da glicose para equilibrar os sais. O puro líquen na qual não se mistura, mas que ordena tudo na forma mais atenuante, sustentando todo o equilíbrio, crescimento e desenvolvimento do ser humano.

Engendrado na célula desde a sua origem, antes de ser revelado, o nulo que percorreu liberto na luz da cavidade, conheceu a matéria pura, as divisões das sessenta bases da esfera. Das oitocentas e dezenove hastes tricéfalas.

Criado e solidificado tornou-se, o seu próprio deus.

 

— Estais prontos para se reintegrar numa nova condição humana?

 

TEXTO COM ©DIREITOS PRESERVADOS – ORIGINAL: CLAUDIANNE DIAZ
TERRACOTA – EMBRIOLOGIA - A ORDEM 1,0.819
DO ORIGINAL - TERRACOTA

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