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Acheron

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Nas Profundezas de Acheron As orlas inferiores   Porque tudo que levo é o meu silêncio e perpetuado entre os ecos de meu próprio herói, ouço bradar acima de mim, as vozes que no além irei deixar como memórias vivas...   Senti preso em meus cabelos, um alfinete que mesclava a dura forma fractal dos gelos, mãos que suavemente me penteavam, mas que ao mesmo tempo, me lavavam, deixando no rosto a palidez que outrora entre as chamas queimou-me. A quietude das orlas inferiores das brumas, o silêncio que me fez jurar para que pudesse ser levada ao submerso rio. As divisões de mundos já haviam sido feitas, o silêncio havia sido pago. Não pude soar com a voz de minhas cordas, mas nos meus olhos ainda havia preço. Eu vi e senti as profundezas tomarem-me, queria gritar com a alma, expressar a loucura das orlas, das camadas que me envolviam, do apreço, das chamas que me devoravam, das águas que se misturavam entre as três temperaturas , todas ao mesmo tempo. Entravam sobre as ...

A Deusa e a Nova Genoma

 




A DEUSA E A NOVA GENOMA

 

O ambiente do mundo microcosmo dentro do ambiente macrocosmo refute desafios ao homem desde que o identificou como parte da criação inteligente do universo. Contendo em nós o desencadeamento perfeito da sequência que compõe em maestria genética. Ainda somos capazes de formular inúmeras perguntas sobre quem comanda toda a maestria que segue como líderes invisíveis e duros. Abrindo energicamente a replicação, da hélice que molda e que genuinamente estipula a sua formação ou a sua destruição.

Em sua sondagem ambiente, o tempo na qual formula a iniciação do todo pode ser comparada como a lunação das duas luas cheias e a sua vista em tempo de aparecimento. Tudo em conformidade ao dezenove.

Em vista de que nós somos a cópia do holograma negativo, como a oxidação aberta e fechada. Em respectivo, em citação dada, no nascimento onde o zigoto aguarda o andamento de sua chave iniciadora, a linha digitável para destravar a sua escala miríades da vida, salva uma cópia. E, do conjunto de cromossomos que gravita sobre as moléculas condensadoras e que se mantém ainda em oxirreduções, inicia-se então, a oxidar. Na qual abre espaço em seu próprio genoma para os prótons, elétrons e nêutrons. Pois, a abertura na camada pelúcida já enviou ar como símbolo universal de origem. Cada uma em sua função biológica e com a determinação imensurável de organização perfeita, fabricada de inteireza.

Ainda sem morfologia nucléica, acontece as replicações em base de soberania celular. A cor e a massa atômica trabalham em conformidade nas distribuições para outros efeitos em completude com a sua inteligência una. Após, concluir a escala inicial, na qual em aproximadamente dezenove dias a linha digitável criou a sua esfera de tempo. Com o conceito de que a sua criação seja finalizada. A sequência em forma de escala sem ter criado a morfologia do núcleo se estende aos efeitos dos períodos que o irradiou.

A luz da auréola os leva divididos para a cavidade, o vácuo do mundo. A matéria pura.

Em períodos iguais as divisões do universo se dividem em sucessíveis transformações que equivalem ao cem.

Desde que se iniciou, todo o processo foi seguido por inúmeras fontes, cada átomo em sua especificação mestre, dirigido por um fenômeno invisível de inteligência, de argúcia, de clareza e grandeza. Ao efeito de que o quão é formado, se origina de tudo e o todo.

A criação positiva do ser dando o parecer do real se diz ao fato do ser em criação seja a massa sólida. E, o molde, sendo a fotocópia negativa, o corpo astral, a verdadeira fonte do ser mantém a oxirredução intacta. Mas, ainda em construção, a genoma replicável do ser continua sendo moldada, fabricada e replicável com o poder do éter. Onde, guarda o segredo da deusa, a linha digitável do tempo e as limalhas das trinta e três camadas de ionização, que por meio da esfera da carga magnética, onde distribui a carga positiva e negativa cria a existência.

Em sua estrutura onde se criou o corpo lúteo, já com tamanha inteligência cósmica e bela trás consigo engendrado a sua fortaleza. O corpo celeste então, após criado determina aos hormônios o equilíbrio.

Se desfaz, após onze dias, senão houver gravidez. E, mesmo reincidindo a sua existência temporária, o tempo é um dos fatores do universo.

Em sua complexidade, o homem recria estudos na área da epigenética, compreendendo os valores do acima, como em parte genética. Sem alterar, é claro o DNA. — Mas, a hereditariedade trouxe a resposta das doenças geradas após os conflitos dos genes?

Se, em sua formação plausível de criação, onde tudo é medido e restaurado, replicado e conceituado num corpo etéreo, como o lúteo. — A genética pura dentro da matéria pura, erraria?

Seus codens condensados e utilizados vão e foram nomeados por razões biológicas e os vazios foram de alguma forma, algo que o criador da genoma nos proporcionou para implantar ao longo da vida. A cura. E, podemos dar as ordens, como o criado secundário do corpo em ação temporária. Onde as rédeas de nossa existência é o nosso campo radioativo, que a escala dos períodos pré-existentes vá se tornando a esfera parecida como o Nox.

Aberto e fechado, em proporções horárias e anti-horárias. Perdendo elétrons, existência, aberta.

Material condensado, onde a genoma está contida, instalada por coesão. Sua síntese pura, sem ter ocorrido a morfologia biológica.

A nova genoma em decretos por estudos acima da genética deve trazer ao longo da vida resultados surpreendentes. Se, com ênfase cobrir avaliar o abaixo, na matéria primeira, de forma que o ser em sua fase de replicação torna-o como qualquer criação divina. Isto, se diz, desde os vegetais, diferenciando que a matéria orgânica vem pelo conjunto de sua inteligência celular e secular, originária para cumprir o seu papel. Qual seja, o vidro, ou o cristal, ou a erva, ou o animal.

Sempre em contrapartida, de que o seu papel secundário é o de gerar as impressões de existência temporária em efeito e originalidade.

Por efeito, o homem ainda é a criação que surpreendentemente por sua inteligência altera fatores de origem, ignora seu poder interno e avalia conceitos sem provas. Vê o que acredita por realidade externa e se cega ao verdadeiro papel que lhe foi perpetuado, o poder intuitivo.

Porque todos nós somos deuses.

 

Original: Claudianne Diaz

Texto com ©DIREITOS AUTORAIS

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