Novidade Filosófica!

Acheron

Imagem
Nas Profundezas de Acheron As orlas inferiores   Porque tudo que levo é o meu silêncio e perpetuado entre os ecos de meu próprio herói, ouço bradar acima de mim, as vozes que no além irei deixar como memórias vivas...   Senti preso em meus cabelos, um alfinete que mesclava a dura forma fractal dos gelos, mãos que suavemente me penteavam, mas que ao mesmo tempo, me lavavam, deixando no rosto a palidez que outrora entre as chamas queimou-me. A quietude das orlas inferiores das brumas, o silêncio que me fez jurar para que pudesse ser levada ao submerso rio. As divisões de mundos já haviam sido feitas, o silêncio havia sido pago. Não pude soar com a voz de minhas cordas, mas nos meus olhos ainda havia preço. Eu vi e senti as profundezas tomarem-me, queria gritar com a alma, expressar a loucura das orlas, das camadas que me envolviam, do apreço, das chamas que me devoravam, das águas que se misturavam entre as três temperaturas , todas ao mesmo tempo. Entravam sobre as ...

A Deusa e as Nove Obras Intocáveis - A Coluna do Tempo




A DEUSA E AS NOVE OBRAS INTOCÁVEIS – A COLUNA DO TEMPO

  

Estais em todas as eras, criaturas do mundo, por onde circulam a minha esfera eletromagnética, polarizada do código na qual injetei no início dos tempos, quando girei a chave mediadora dos fótons e expeli-os para fora do meu umbigo.

Em cada porção esmiuçada do algoritmo dei-lhe as suas próprias teias e hologramas binários para que tivessem o poder da transmutação e da arte pelos quais em toda a vida os usam.

Dentro de cada seção identificadora transformam a partir da arte, tudo na realidade indiscutível, na transmutação estabelece o poder de cada porção gerada por sensação. E, na força binária recriam os seus próprios mundos.

As criaturas que vivem em parte dessa procissão utilizam parte da arte que fora mantida no holograma do algoritmo e segue por seções eletronegativas até as vertentes camadas de minha coluna. O tempo.

Essas camadas significativas do meu corpo sagrado envolvem-vos por esferas nas quais apenas em estado de dormências visitam para que meus segredos sejam sempre e eternamente velados.

Todos os vossos arquetípicos são amáveis aos meus olhos, mas sois contaminados por ingratidões e desnecessariamente envolvidos por poderes que não lhe foram dados e nessas concepções de competidores dominantes jamais deixar-vos-ei conhecer-me por inteira. Porque eu sou a que cria, destrói e renova.

O tempo é a minha coluna e nela está imergido todas as aclives dos mares, da natureza, do universo. Eu tenho a chave.

Até os limites por onde o botão da rosa se abre, está os gases e fluídos necessários em um dos meus gânglios, a terra.

Deixei-os reservados por ininterruptas formas de serem polonizadas pelos dimanados para que fossem por ordem cumprir os papeis de existência, usando o espaço de minha rachadura universal.

A coluna de meu tempo é apenas uma forma de existência humana, há outras formas nas quais o homem compreenderá em cada espaço de era. Sois parte de uma enorme centeia viva nas quais minha amada criatura panaya deixou exposta ao mundo, aos olhos soberanos e que por decreto és a minha voz no mundo.

Ela cuspiu as sementes sagradas nos jardins férteis e dela se originou tudo.

Vós os conhecerás em nítidos e temerosos suspiros da noite por anda as minhas criaturas, não terás medo, sejais humildes, sem resquícios de soberba e então, purificados pelo fogo conhecerás a minha verdade.

Ainda que andando sobre as brasas da verdade, seria apenas uma das minhas milhões de maravilhas. Onde as estrelas mais longínquas explodem e deliberam os ares que tão obstinados arfam. Nelas, estão as minhas subcamadas de tempo, elas guardam o véu.

Em minhas vértebras estão guardados as limalhas de ir e vir e o código sagrado da rosa na qual jamais furtarás por tempo e espaço.

Seus olhos são os espelhos de minha verdade holográfica, e percorrer entre as minhas camadas é a arte da minha transmutação.

Despertos podem ofuscar o Sul. Mas, o verdadeiro ponto Norte está impregnado apenas nos limites da consciência. Por completude magistral de meu feito perfeito e natural das esferas binárias.

O Magnus Opus de minha realidade é o toque na qual o homem encarnado pensa possuir, e de minha obra nada se possui, apenas usam.

A obra negativa da esfera é o homem.

A minha parte jamais tocará.

Essa é a lei das minhas esferas e por onde anda o círculo radioativo de minha energia queima e destrói o alcoviteiro. Deixando apenas o que se segue e depois na parte bilateral de minha coluna assumo.

A parte nas quais reenceno a realidade encarnada, abro e fecho o botão das eras de minhas rosas estelares.


Porque sou o tempo e essa é uma das minhas nove obras.


Original: Claudianne Diaz

Texto com ©DIREITOS AUTORAIS

Leia também...

Terracota - A BIOLOGIA SISTÊMICA

Terracota - Embriologia - A Ordem 1,0.819

Terracota - Embriologia - A Ordem 0,27.19

Os Doze Trabalhos