Novidade Filosófica!

Vênus - A Deusa Que Ama o Avesso

Imagem
  Dizei-me, oh! estrelas: que destino aguarda aqueles que ousam unir luz e mistério?  A união recém-formada entre Apolo e Vênus reverberava pelo espaço como uma onda sincronizada. Não era som, mas vibração — uma alteração sutil na tessitura do cosmo, como se o próprio vácuo reconhecesse que duas forças fundamentais haviam decidido caminhar lado a lado. Apolo avançava à frente, abrindo trilhas de claridade pelo espaço profundo. Sua luz não era apenas brilho; mas cálculo, precisão, consciência. Cada fóton que deixava seu corpo, carregava uma intenção, um convite para que o universo se revelasse. Vênus seguia ao seu lado, segurando o braço da lógica — gesto que se tornara símbolo de sua aliança. A deusa caminhava com a elegância de quem domina o próprio destino, mas havia algo novo em seu olhar; curiosidade. Uma curiosidade tão intensa quanto o brilho de seu planeta. — Sente isso? — perguntou ela, observando o espaço ao redor como se escutasse uma música distante. — Sinto, respon...

A Deusa e as Nove Obras Intocáveis - As Cinquenta Fendas





A DEUSA E AS NOVE OBRAS INTOCÁVEIS – AS CINQUENTA FENDAS

  

Em meus quatro polos organizei o tempo mediante as esferas celestes de ionização radiante e frequência. Nessas frequências somam o mesmo valor em unidades de áreas com proporções diferentes, nas quais ionizados por hidrogênio pulsam de formas termodinâmicas.

Essa é a lei do meu mundo, entre outras, nas quais as radiações atemporais, formam em meu eixo a luminosidade intergaláctica da vida. Nessa linha tênue, na qual corta-me ao meio, crio as milhões de rachaduras e as minhas teias que simbolicamente o homem os chamam de eras.

Trabalho no ulterior da minha própria criação, o que me torna invencível por majestosidade, quando avanço em esfera eletronegativa e destruo as linhas já moldadas, abro o invólucro da rosa e com as minhas unhas retiro do botão, panaya. A força da criação por meio das vibrações.

Essas oscilações recriam as porções de ouro nas quais eu os impulsiono para a realidade abstrata. As radiações em frequências médias, baixas e altas, alternando do início o termo da temperatura ambiente, transformando tudo por exatidão.

Todas as fendas que se libertam do meu umbigo traçam em valores que correspondem em três e suas multiplicidades.

Nas cinquenta fendas de minha coluna o homem encarnado aprecia-os em sentidos, embora o interior eu guardo no tempo, nas imediações celestes e que por decreto, o conhecerás em prole de seu término na terra.

Encerro e fecho nas dimensões do meu aclive as poeiras dos corpos para que no decorrer das cinquenta e seis luas cheias manifestem a reconstrução do meu tempo.

Entretanto, em parte de minha perfeição e se unindo as esferas polonizadas de energia entrará novamente reprisar quando as frequências vibracionais decorrerem nas transmutações da arte. Na arte da realidade. A linha tênue que me separa e que me corta profundamente na transversal, de Norte a Sul.

Nesse manancial de puro hidrogênio pulsa e repulsa a minha força subjacente da natureza viva e que o homem encarnado jamais conseguirá me vencer.

Deixo-os a força viva de tudo e o todo, e mesmo os amando de todas as formas e diretrizes, um dia, terei de me recolher.

Há um limite que tracei os frisos sepultais de toda a ordem. Criando e destruindo na mesma magnitude.

Minhas radiações atemporais fervem e me nutrem nas proporções atribuídas de matéria pura. Um dos meus olhos feridos, do Celeste Sul predomina em parte as rupturas.

Em meu eixo oscilo e mantenho as mesmas porções vibrantes para que o homem respire. Contudo, a conjectura teosófica do nove toma-me e em sua raiz lentamente está deixando de vibrar.

O homem é a minha centeia viva na qual é e será uma das minhas nove obras intocáveis, dei-lhe o poder consciente para que ele pudesse tocar-me ao fato dos que me buscam. Pois, vive em vibrações de minhas raízes. Frequência que num período futuro não mais existirá.

E, no inverso do tempo que trabalho a minha obra, quando os espelhos côncavos se fecham, eu entro. Imergido de pura energia escura teço a minha lã, uma fina camada do meu mundo na qual é pura e magnífica ao tato da realidade. Um período da soma de uma única porção de frequência na qual o homem cria imensas e gloriosas coisas.

Em meu eixo, quando termino uma oscilação eu vibro de alegria, o período igual da gestação. E, na sétima divisão do meu tempo deixo uma de minha criaturas vagar na imensidão da terra, no periélio do sol.

De todas as formas, o universo em suas camadas ionizantes de fogo nas quais são as minhas imorredouras formas de adorá-los, mantenho. E, que por milhões de anos reenceno em pares binários. Uma forma viva de que eu estou no comando de todas as cousas. Tomando-me por consciência, uma centeia dada dos deuses para que possam se nutrir, nada mais.

A lei mais pura e simples que fora estagnada e ignorada.

Entre as minhas cinquenta fendas carrego a ordem do caos e nela está engendrado a força supressora da verdade. A desordem binária.

Pois, as forças repulsantes da minha conjectura estelar procuram por pares, mas tudo que encontrarão um dia, serão elétrons.

 

Porque sou o tempo e essa é uma das minhas nove obras.


Original: Claudianne Diaz

Texto com ©DIREITOS AUTORAIS

Leia também...

Terracota - A BIOLOGIA SISTÊMICA

Terracota - Embriologia - A Ordem 1,0.819

Terracota - Embriologia - A Ordem 0,27.19

Acheron