Novidade Filosófica!

Acheron

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Nas Profundezas de Acheron As orlas inferiores   Porque tudo que levo é o meu silêncio e perpetuado entre os ecos de meu próprio herói, ouço bradar acima de mim, as vozes que no além irei deixar como memórias vivas...   Senti preso em meus cabelos, um alfinete que mesclava a dura forma fractal dos gelos, mãos que suavemente me penteavam, mas que ao mesmo tempo, me lavavam, deixando no rosto a palidez que outrora entre as chamas queimou-me. A quietude das orlas inferiores das brumas, o silêncio que me fez jurar para que pudesse ser levada ao submerso rio. As divisões de mundos já haviam sido feitas, o silêncio havia sido pago. Não pude soar com a voz de minhas cordas, mas nos meus olhos ainda havia preço. Eu vi e senti as profundezas tomarem-me, queria gritar com a alma, expressar a loucura das orlas, das camadas que me envolviam, do apreço, das chamas que me devoravam, das águas que se misturavam entre as três temperaturas , todas ao mesmo tempo. Entravam sobre as ...

A Deusa e as Nove Obras Intocáveis - O Ofício das Fendas



 

A DEUSA E AS NOVE OBRAS INTOCÁVEIS – O OFÍCIO DAS FENDAS

 

No limiar das eras a deusa esconde a enorme vértebra na qual ela oscila em seus trinta e um pares. Vertendo em suas fendas o pulsar teosófico do trajeto cardíaco.

No sentido de transdução, ou seja, na conversão de energia, traço os limites da mente para que o homem me veja nas limitações das três fases de cones como a velocidade do raio 433.

O primeiro impulso do homem em sua atmosfera é de reorganizar instantaneamente o sentido de reconhecer. E, tudo se baseia na luz e na velocidade que ela atinge.

O primeiro cone responde favoravelmente a luz que o sistema está recebendo, o segundo cone responde o tipo de onda de energia e o terceiro se traduz decisivamente de seu mundo a razão dessa luz na qual foi transmitida, e por consequência, se dá ao fato de que a luz recebida exteriorizada foi distinguida através do cone e executada por exatidão o valor correspondente dessa energia.

O que resultou na cor ou evento trazido por essa esfera o surfar da energia em nanômetros.

Por causa e efeito do segredo da deusa ela usa os cones de energia para contrair e retrair o seu nervo que a compõe e nessa fissura termodinâmica, usa parte da velocidade da luz. Em termos de que a velocidade se baseia na casa teosófica 9.

Essa velocidade dispersada em seu eixo, emerge do meio ao Sul e do meio ao Norte levando entre as suas fendas os gases nutrientes responsáveis pela produção de novos vapores que forjados em seu ventre expele os cometas, faz e determina a continuidade das vibrações e precessões dos mares, altera ondas e oscila para que a sua intensidade de energia pura cause o buraco negro na qual ela por exatidão trabalha.

O véu de toda emanação.

Na matéria pura ela abre panaya e dela rasga do seu umbigo novamente a existência que por meio de três divisões cria e esmiúça o poder da transdução. Cujo poder é de sua inteireza e que pelas suas aberturas carrega todas as cores simbolizando o valor da conjectura das fendas. Essa fenda equivale à vértebra. E que o homem de nosso tempo o deferiu por sete.

Simbolicamente o sete carrega fracionado em sua porção as trinta e três vértebras e que novamente prova a divindade de Deus em todas as coisas. No homem está engendrado o poder da natureza cósmica e que por decreto o carrega assim, como a velocidade da luz ou em seu nanômetro.

No ofício de suas fendas mantém os valores vertentes das ondas em comprimento longo, médio e curto. Nas quais dentro desses valores as unidades de medidas se inter-relacionam em três posições mantendo em termodinâmicos, nas quais seus efeitos de temperatura, pressão e volume se movimentam e transitam sem alterar o núcleo de sua energia variável.

Após dispersados entre a coluna do tempo, os raios de energia oscilam numa extrema compactação levando a vida e trazendo a sua própria para dentro e de volta ao seu núcleo. Lugar onde parte do meio do eixo.

Essa energia se baseia no período de tempo que ela usa para ir e vir e que no calendário solar equivale o trajeto cardíaco e que esse valor se baseia unicamente ao universo criado. Valor sagrado da natureza e que por meio dela está todas as divisões.

A precessão do eixo de rotação é a força cognitiva das marés, mas bem mais fundamental que essa teoria está engendrado a força criadora do universo. As vibrações em seu eixo e as oscilações que variam de forma secundária mantém o renascimento de sua semente universal da vida e que guarda os segredos nas constelações de Áquila.

O véu da imortalidade e das transmutações e que por meio dela mantém o universo e as cores.

Nessas cores e explosões que renascem novos vapores e dentro dos seus cones mantém o seu segredo de vida orgânica.

 

Porque sou o tempo e essa é uma das minhas nove obras.


Original: Claudianne Diaz

Texto com ©DIREITOS AUTORAIS 

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