Novidade Filosófica!

Acheron

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Nas Profundezas de Acheron As orlas inferiores   Porque tudo que levo é o meu silêncio e perpetuado entre os ecos de meu próprio herói, ouço bradar acima de mim, as vozes que no além irei deixar como memórias vivas...   Senti preso em meus cabelos, um alfinete que mesclava a dura forma fractal dos gelos, mãos que suavemente me penteavam, mas que ao mesmo tempo, me lavavam, deixando no rosto a palidez que outrora entre as chamas queimou-me. A quietude das orlas inferiores das brumas, o silêncio que me fez jurar para que pudesse ser levada ao submerso rio. As divisões de mundos já haviam sido feitas, o silêncio havia sido pago. Não pude soar com a voz de minhas cordas, mas nos meus olhos ainda havia preço. Eu vi e senti as profundezas tomarem-me, queria gritar com a alma, expressar a loucura das orlas, das camadas que me envolviam, do apreço, das chamas que me devoravam, das águas que se misturavam entre as três temperaturas , todas ao mesmo tempo. Entravam sobre as ...

Bruxas - Lua da Anciã





BRUXAS - LUA DA  ANCIÃ



 Celebra a face escura da deusa Anciã; senhora da morte e da sabedoria.

Nas fogueiras celebram o rito de passagem, os sabás, as divinações, nas lenhas que queimam faíscam na luz serpentina as visões como o espelho negro.

O círculo sagrado não só devota as 13 feiticeiras do tempo como marca uma passagem simbólica entre os mundos. Dominam a arte da escuridão não só por efeito paradoxo, mas por representar as forças masculino e feminino trazendo por detrás das cortinas celestes o equilíbrio das fendas do próprio tempo.

Oitavo tempo dentro das cortinas enluaradas, reprisam o uno dentro do 3 e o 5. Óctuplo, o nobre caminho.

A anciã da lua negra, do inconsciente, do oculto, das sombras trás invisível o novo. Pelo fim do velho ciclo, ela traz o mistério.

Entre as fases do tempo onde estão recolhidos os finos véus que separam os mundos; o físico do astral. A anciã condutora das barcaças das almas flui o sopro da direção. O sopro da consciência interior que resulta a realizar-se, a alcançar, a progredir-se.

Suas respectivas divisões no tempo equivalem ao 8 e ao 4, simbolizando a metade do seu eixo, na teosofia de divisões.

A palavra latina Octo, dado que era o oitavo mês do calendário romano.

Soando ao som da natureza diante da lista dos 3 dias em Bath; uma rigorosa forma de preparação das sacerdotisas. Isso, aplicava-se aos costumes das mulheres em unir-se em 13 e celebrar ao resto da cidade os festejos da deusa escura.

Sua face contra o sol e escondida à terra ao Oeste-Leste trazia planos indiscutíveis e sombrios para o resto do dia e aos quatro meses restante. Pois, março iniciava-se o ano e marte já tinha criado os motins e deixado os resultados em vigor já no início do ano. Jaz, o óctuplo mês era radiante, frutífero e os sóis alaranjados. Brincar entre a luz e a escuridão fora as obras de crianças infernais, os brotos das abóboras; que brotara dos ínferos da terra e trouxera de lá o doce sorriso dos que mantiveram as suas lamparinas acesas.

Em ocasião, as abóboras eram as colheitas de outubro, o mês farto, quando em duas extremidades entre frio e calor ela é frutífera. Isto mostrava o equilíbrio entre a parte ideal fora e a parte ideal dentro. Pois, as abóboras germinam em dois estados ao mesmo tempo.

Sobretudo, a luz que empregam dentro dela se dê ao fato do antes, a espera ser levada ao campo para as colheitas, ao final de uma espera longa, mas que finalmente o tempo e a espera valeu a paciência.

Se fez luz e da luz trouxe o sustento de toda a comunidade.

Pois, diante da face escura da deusa, há de se voltar ao Leste-Oeste, onde a luz do sol não transcenderia a face da lua e nas porvindouras pudessem novamente plantar e colher com segurança.


Pois, a lua quando voltada a anciã arranca dos homens o olfato.



 TEXTO COM ©DIREITOS PRESERVADOS – ORIGINAL: CLAUDIANNE DIAZ
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