Novidade Filosófica!

Vênus - A Deusa Que Ama o Avesso

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  Dizei-me, oh! estrelas: que destino aguarda aqueles que ousam unir luz e mistério?  A união recém-formada entre Apolo e Vênus reverberava pelo espaço como uma onda sincronizada. Não era som, mas vibração — uma alteração sutil na tessitura do cosmo, como se o próprio vácuo reconhecesse que duas forças fundamentais haviam decidido caminhar lado a lado. Apolo avançava à frente, abrindo trilhas de claridade pelo espaço profundo. Sua luz não era apenas brilho; mas cálculo, precisão, consciência. Cada fóton que deixava seu corpo, carregava uma intenção, um convite para que o universo se revelasse. Vênus seguia ao seu lado, segurando o braço da lógica — gesto que se tornara símbolo de sua aliança. A deusa caminhava com a elegância de quem domina o próprio destino, mas havia algo novo em seu olhar; curiosidade. Uma curiosidade tão intensa quanto o brilho de seu planeta. — Sente isso? — perguntou ela, observando o espaço ao redor como se escutasse uma música distante. — Sinto, respon...

Bruxas - Lua da Anciã





BRUXAS - LUA DA  ANCIÃ



 Celebra a face escura da deusa Anciã; senhora da morte e da sabedoria.

Nas fogueiras celebram o rito de passagem, os sabás, as divinações, nas lenhas que queimam faíscam na luz serpentina as visões como o espelho negro.

O círculo sagrado não só devota as 13 feiticeiras do tempo como marca uma passagem simbólica entre os mundos. Dominam a arte da escuridão não só por efeito paradoxo, mas por representar as forças masculino e feminino trazendo por detrás das cortinas celestes o equilíbrio das fendas do próprio tempo.

Oitavo tempo dentro das cortinas enluaradas, reprisam o uno dentro do 3 e o 5. Óctuplo, o nobre caminho.

A anciã da lua negra, do inconsciente, do oculto, das sombras trás invisível o novo. Pelo fim do velho ciclo, ela traz o mistério.

Entre as fases do tempo onde estão recolhidos os finos véus que separam os mundos; o físico do astral. A anciã condutora das barcaças das almas flui o sopro da direção. O sopro da consciência interior que resulta a realizar-se, a alcançar, a progredir-se.

Suas respectivas divisões no tempo equivalem ao 8 e ao 4, simbolizando a metade do seu eixo, na teosofia de divisões.

A palavra latina Octo, dado que era o oitavo mês do calendário romano.

Soando ao som da natureza diante da lista dos 3 dias em Bath; uma rigorosa forma de preparação das sacerdotisas. Isso, aplicava-se aos costumes das mulheres em unir-se em 13 e celebrar ao resto da cidade os festejos da deusa escura.

Sua face contra o sol e escondida à terra ao Oeste-Leste trazia planos indiscutíveis e sombrios para o resto do dia e aos quatro meses restante. Pois, março iniciava-se o ano e marte já tinha criado os motins e deixado os resultados em vigor já no início do ano. Jaz, o óctuplo mês era radiante, frutífero e os sóis alaranjados. Brincar entre a luz e a escuridão fora as obras de crianças infernais, os brotos das abóboras; que brotara dos ínferos da terra e trouxera de lá o doce sorriso dos que mantiveram as suas lamparinas acesas.

Em ocasião, as abóboras eram as colheitas de outubro, o mês farto, quando em duas extremidades entre frio e calor ela é frutífera. Isto mostrava o equilíbrio entre a parte ideal fora e a parte ideal dentro. Pois, as abóboras germinam em dois estados ao mesmo tempo.

Sobretudo, a luz que empregam dentro dela se dê ao fato do antes, a espera ser levada ao campo para as colheitas, ao final de uma espera longa, mas que finalmente o tempo e a espera valeu a paciência.

Se fez luz e da luz trouxe o sustento de toda a comunidade.

Pois, diante da face escura da deusa, há de se voltar ao Leste-Oeste, onde a luz do sol não transcenderia a face da lua e nas porvindouras pudessem novamente plantar e colher com segurança.


Pois, a lua quando voltada a anciã arranca dos homens o olfato.



 TEXTO COM ©DIREITOS PRESERVADOS – ORIGINAL: CLAUDIANNE DIAZ
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