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Acheron

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Nas Profundezas de Acheron As orlas inferiores   Porque tudo que levo é o meu silêncio e perpetuado entre os ecos de meu próprio herói, ouço bradar acima de mim, as vozes que no além irei deixar como memórias vivas...   Senti preso em meus cabelos, um alfinete que mesclava a dura forma fractal dos gelos, mãos que suavemente me penteavam, mas que ao mesmo tempo, me lavavam, deixando no rosto a palidez que outrora entre as chamas queimou-me. A quietude das orlas inferiores das brumas, o silêncio que me fez jurar para que pudesse ser levada ao submerso rio. As divisões de mundos já haviam sido feitas, o silêncio havia sido pago. Não pude soar com a voz de minhas cordas, mas nos meus olhos ainda havia preço. Eu vi e senti as profundezas tomarem-me, queria gritar com a alma, expressar a loucura das orlas, das camadas que me envolviam, do apreço, das chamas que me devoravam, das águas que se misturavam entre as três temperaturas , todas ao mesmo tempo. Entravam sobre as ...

Terracota - A Esfera - A Ordem 1,3.3036





Terracota — A Esfera — A Ordem 1,3.3036

 

 

Vazio.

O ovo primitivo, aragonita, calcita, vaterita, sais. Revestido de endosperma, tecido natural triploide, contendo o 11 e o 31; a soma perfeita. Formado através dos pigmentos amarelo e vermelho, sob ondas e energias 11 e 7.

Vibrações, crivagens, oscilando sob a força 12 e 42. Regidos e orquestrados naturalmente pelas profundezas do núcleo, das ondas e mergulhados nas imersões radiantes de uversos descodificados, gravados em campos morfogênicos.

Maturando em diferentes formas de cores, desfragmentados pelas forças de íris, subjacentes do arco dos deuses e levados sob os templos do sol.

Cantos diferentes e ressoados nas profundezas oceânicas davam o parecer de dois amantes apaixonados, vigorados pelo amor de Vênus e da estrela matutina. Criando a liturgia nas quais os sons os levariam acima e abaixo das ondas e nuvens, trazendo a imensidão do nada um ponto negro; o umbigo da criação.

Desenrolando do umbigo, Vênus trouxera dela a pérola encrostada da energia que vibrou e nasceu.

O ovo primitivo dos minerais e as cores que em ondas vibram, oscilam, descansam e absorvem da natureza gélida, plasmática e nutri. Ondas reversas, pigmentos que criam, minerais que avançam, na etologia, visando o comportamento das estruturas utópicas dos seres, sejam quais forem, desde a sua origem.

O vazio, suportado pela luminosidade resplandecente e paradoxal, travou a efêmera força das trevas e conectou as pontes dos arcos, para as cores fundirem, absorver e criar. Todavia, os minerais contidos da terra e dos oceanos gerados a partir da explosão primordial, requereria uma temperatura e no calor tudo já havia se tornado. De outros uversos, regidos por constelações e nebulosas longínquas, nas quais regiam outras camadas de céu, de unidades em andamento, com força dos éolos, reprimindo e exprimindo mortes estelares. Causando os inversos e desdobramentos dos círculos infinitos, das cores que já haviam por natureza selvagem e primordial.

Pois, a força natural dos minerais como os argônios investidos das similares formas de gases com o aragonita criara os cristais, das cores as formas e das formas os seres. Seres que encrostados nas conchas sobreviveram as formas mais severas das transformações, da força enigmática e radioativa das estrelas mais baixas, das radiofrequências que emergiam e propagavam, cercados de cores, de fogo e ondas comprimidas dos ventos.

Nas transformações abauladas de vida as esferas irradiavam luz e dessa luz tudo se fez.

No calor das esferas mais distantes, e das estrelas que trazidas pelo vento celeste tomou a primeira parte do céu. Engolida pela gravidade tornou-se una como o ventre da lua e do sol, de tempos crivados no 4 e no 7 as polaridades submersas e negativas das esferas, engrenava-os para dentro e continuou formando as gravações em campos de rochas imersos nos oceanos.

Ao expandir, o centro tornou-se o umbigo e de volta ao cordão de Vênus, criara o emaranhado dos fios que recobrem os vastos caminhos na imensidão descortinada dos outros uversos. A terra, a área terrosa então, tornara parte dos seus gânglios e que por complacência é uma das suas esferas sagradas.

O círculo atravessa a quintessência e de volta ao círculo criva a quantidade significativa dos valores originários. Pois, a essência do plasma emitira as ondas de comprimento, de termodinâmica, onde a esfera precisava rolar e se fundir. Esfera que da luz percorrendo a velocidade atravessou os confins de outros véus e dividira, multiplicara e de volta tornou-se o seu valor.

Diante da luz e das trevas, houve o som e as cores que resplandeciam horizontes, sons que jaziam consigo a mutação, e dessa variação trouxera formas concêntricas que gerou as águas termais. Criando o seu próprio deus.

Dessa divindade as fendas dividiram em hexagonais, onde tudo tomou em parte da sua essência e transformara todas as cousas. Onde a chave abriu todos os outros elementos e nelas manteve a base da vida. E, por base da vida tudo retorna ao centro, o ponto negativo da esfera criando a morte, a putrefação dos seres para tomar em base o seu equilíbrio, sustentando-o e causando a mutação, a parte positiva de todas as espécies, a atmosfera recria as variações e as variações alternam o modo cognitivo dos minerais, dos gazes, da água e dos fósseis.

Contudo, o círculo ou a esfera primordial é a linha concêntrica dos seus dois polos e do seu deus.

 

TEXTO COM ©DIREITOS PRESERVADOS – ORIGINAL: CLAUDIANNE DIAZ
TERRACOTA – A ESFERA - A ORDEM 1,3.3036
DO ORIGINAL - TERRACOTA

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