Novidade Filosófica!

Acheron

Imagem
Nas Profundezas de Acheron As orlas inferiores   Porque tudo que levo é o meu silêncio e perpetuado entre os ecos de meu próprio herói, ouço bradar acima de mim, as vozes que no além irei deixar como memórias vivas...   Senti preso em meus cabelos, um alfinete que mesclava a dura forma fractal dos gelos, mãos que suavemente me penteavam, mas que ao mesmo tempo, me lavavam, deixando no rosto a palidez que outrora entre as chamas queimou-me. A quietude das orlas inferiores das brumas, o silêncio que me fez jurar para que pudesse ser levada ao submerso rio. As divisões de mundos já haviam sido feitas, o silêncio havia sido pago. Não pude soar com a voz de minhas cordas, mas nos meus olhos ainda havia preço. Eu vi e senti as profundezas tomarem-me, queria gritar com a alma, expressar a loucura das orlas, das camadas que me envolviam, do apreço, das chamas que me devoravam, das águas que se misturavam entre as três temperaturas , todas ao mesmo tempo. Entravam sobre as ...

O Demônio do Poço



O demônio do poço
A ordem 0.078125
 

Profundamente, como guarda os valores da fóvea, sob a constelação da Ursa maior, a haste que assegura as forças de Merak retransmite a energia da transdução aos nanômetros galácticos. Cada ponto costurado cosmicamente, vai ao encontro da luz óptica binária servindo-lhe do arco que ao atravessá-lo deixa suspenso as cores do enorme cone. Aberto pela força radiante e precisa das forças temporais. Sua ascensão e declinação, magnitude e espectro torna se a apóstrofe do não assinado, sob a odisseia celestial.

Ainda sobre essa espinha, segue-se como as ondas cerebrais e que por força de três ondas, o arco do tempo retransmite a todos os eventos nele gravados, tudo que há por força destinada e conspirada para surtir os mandamentos que rege com perfeição, as forças das marés lunares e solares na terra; arrancando do centro, ou seja, do chakra Svadhishthana, o movimento das águas.

Se, a força de gravidade, de inércia e aceleração são trabalhadas, cabe-nos tentar compreender que tais forças regidas sobre quaisquer massa crie um código, sobre esse código uma orientação e intensidade, para podermos apontar um referencial. Tal referência dentro ou fora desse ponto de partida, onde as forças se auto cancelam e mantém o ponto central, ou seja, no núcleo; desse ponto óptico, tudo que realça dessa luz ou penumbra, se reestabelecerá numa certa quantidade de massa, para produzir o efeito íris e se agrupar dentro da gravidade, inércia ou aceleração. Desses três pontos cordiais, que atravessam o cone cósmico, vibra as cores equivalentes de sua criação; em graus e circunferência.

A odisseia celestial trabalha uniformemente com tudo que se interliga, em pontos de luz, para criar uma apóstrofe, ou seja, dentro dos parâmetros de realidade objetiva e cognitiva. Dessa penumbra, torna-se o nosso entendimento rudimentar ou embrionário do próprio universo. Tais energias conhecem o irracional, como a aceleração da lua, do sol e das marés.

Concerne se em equilibrar-se para que outras forças se alinhem; como a energia radiante de Merak ao alinhamento de 33 hz das ondas cerebrais. Ou como, o anel temporal, na qual determina as forças ionizantes sob as quatro regentes fases da lua, sendo; cada uma delas regidas interiormente por mais quatro forças. Ou a força supressora do sol que acelera o dobro da força da lua e ao mesmo tempo, dobra a aceleração das forças das marés lunares.

Essa inércia viria do chakra cósmico, em sentido universal, como o que tudo deva o seu trabalho árduo nas mãos da criação original; o irracional.

Onde e; sendo a energia vital do tempo em questão de uma milésima fração do tempo por 200. {0.2} dividido pela colmeia do próprio tempo. Sob a influência regida das marés. Essa intensidade e orientação sofre com a força central que imersa do centro da terra ao centro da lua. Com a intensidade motriz da energia radiante 1.25. Onde, das quatro fases primárias da lua aflige, para submeter as outras quatro fases secundárias, nas quais por modo irracional transluz ao cone para suprir outras forças detrás dos anéis.



TEXTO COM ©DIREITOS PRESERVADOS – ORIGINAL: CLAUDIANNE DIAZ
TEORIA - O DEMÔNIO DO POÇO

Leia também...

Terracota - A BIOLOGIA SISTÊMICA

Terracota - Embriologia - A Ordem 1,0.819

Terracota - Embriologia - A Ordem 0,27.19

Os Doze Trabalhos