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Na Eternidade - Onde me sentei e chorei

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A Alma Indivisível – Onde me sentei e Chorei [À minha mãezinha...]   Quando atravessei o limiar, não encontrei escuridão. Encontrei paz — e nele, todas as vozes que ignorei em vida. A morte não me levou; ela me apresentou àquilo que sempre fui despida do tempo, sem peso. Compreendi, então, que viver não é existir — é tocar e ser tocada, ainda que por um instante. O fim não fecha a porta. Apenas ensina a olhar para trás com ternura! Essas são minhas palavras... Lá onde atravessei o portal de bronze, onde havia inúmeras serpentes escuras, até os cachos de brotos das árvores eram ninhos de seus filhotes, acreditei estar em um lugar intocável, um lugar apenas para os que não retornam. Estive ali, à beira das águas que não ousaria tocar. Mas, tive que tocar. Acompanhei alguém na caminhada mais dura e difícil da minha vida, minha mãezinha , a que jamais quis ter que voltar. Mesmo assim, aqui estou. Na primeira camada, a morte é a lei; na camada das sombras, é a passagem, a escolh...

O Demônio do Poço



O demônio do poço
A ordem 0.078125
 

Profundamente, como guarda os valores da fóvea, sob a constelação da Ursa maior, a haste que assegura as forças de Merak retransmite a energia da transdução aos nanômetros galácticos. Cada ponto costurado cosmicamente, vai ao encontro da luz óptica binária servindo-lhe do arco que ao atravessá-lo deixa suspenso as cores do enorme cone. Aberto pela força radiante e precisa das forças temporais. Sua ascensão e declinação, magnitude e espectro torna se a apóstrofe do não assinado, sob a odisseia celestial.

Ainda sobre essa espinha, segue-se como as ondas cerebrais e que por força de três ondas, o arco do tempo retransmite a todos os eventos nele gravados, tudo que há por força destinada e conspirada para surtir os mandamentos que rege com perfeição, as forças das marés lunares e solares na terra; arrancando do centro, ou seja, do chakra Svadhishthana, o movimento das águas.

Se, a força de gravidade, de inércia e aceleração são trabalhadas, cabe-nos tentar compreender que tais forças regidas sobre quaisquer massa crie um código, sobre esse código uma orientação e intensidade, para podermos apontar um referencial. Tal referência dentro ou fora desse ponto de partida, onde as forças se auto cancelam e mantém o ponto central, ou seja, no núcleo; desse ponto óptico, tudo que realça dessa luz ou penumbra, se reestabelecerá numa certa quantidade de massa, para produzir o efeito íris e se agrupar dentro da gravidade, inércia ou aceleração. Desses três pontos cordiais, que atravessam o cone cósmico, vibra as cores equivalentes de sua criação; em graus e circunferência.

A odisseia celestial trabalha uniformemente com tudo que se interliga, em pontos de luz, para criar uma apóstrofe, ou seja, dentro dos parâmetros de realidade objetiva e cognitiva. Dessa penumbra, torna-se o nosso entendimento rudimentar ou embrionário do próprio universo. Tais energias conhecem o irracional, como a aceleração da lua, do sol e das marés.

Concerne se em equilibrar-se para que outras forças se alinhem; como a energia radiante de Merak ao alinhamento de 33 hz das ondas cerebrais. Ou como, o anel temporal, na qual determina as forças ionizantes sob as quatro regentes fases da lua, sendo; cada uma delas regidas interiormente por mais quatro forças. Ou a força supressora do sol que acelera o dobro da força da lua e ao mesmo tempo, dobra a aceleração das forças das marés lunares.

Essa inércia viria do chakra cósmico, em sentido universal, como o que tudo deva o seu trabalho árduo nas mãos da criação original; o irracional.

Onde e; sendo a energia vital do tempo em questão de uma milésima fração do tempo por 200. {0.2} dividido pela colmeia do próprio tempo. Sob a influência regida das marés. Essa intensidade e orientação sofre com a força central que imersa do centro da terra ao centro da lua. Com a intensidade motriz da energia radiante 1.25. Onde, das quatro fases primárias da lua aflige, para submeter as outras quatro fases secundárias, nas quais por modo irracional transluz ao cone para suprir outras forças detrás dos anéis.



TEXTO COM ©DIREITOS PRESERVADOS – ORIGINAL: CLAUDIANNE DIAZ
TEORIA - O DEMÔNIO DO POÇO

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