Novidade Filosófica!

Vênus - A Deusa Que Ama o Avesso

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  Dizei-me, oh! estrelas: que destino aguarda aqueles que ousam unir luz e mistério?  A união recém-formada entre Apolo e Vênus reverberava pelo espaço como uma onda sincronizada. Não era som, mas vibração — uma alteração sutil na tessitura do cosmo, como se o próprio vácuo reconhecesse que duas forças fundamentais haviam decidido caminhar lado a lado. Apolo avançava à frente, abrindo trilhas de claridade pelo espaço profundo. Sua luz não era apenas brilho; mas cálculo, precisão, consciência. Cada fóton que deixava seu corpo, carregava uma intenção, um convite para que o universo se revelasse. Vênus seguia ao seu lado, segurando o braço da lógica — gesto que se tornara símbolo de sua aliança. A deusa caminhava com a elegância de quem domina o próprio destino, mas havia algo novo em seu olhar; curiosidade. Uma curiosidade tão intensa quanto o brilho de seu planeta. — Sente isso? — perguntou ela, observando o espaço ao redor como se escutasse uma música distante. — Sinto, respon...

Semente estelar - uma breve teoria




Teoria; uma estrela binária — um ventre

 Equação teórica de uma semente estelar — ordem azeviche
 

Assim, como os seres humanos precisam de uma incubadora, onde o calor gerado é necessário para formar os códigos. Mediante, o canto, ou seja, o som desse oriundo mundo esmiúça os códigos e transportam para as suas bases de bpms os rítmicos de energia, e assim, vai abrindo, expandindo, rasgando de suas potenciais forças, os canais de existencial pós. Pois, a vida em si já existe, a inteligência celular já mantém engendrado o código inteiro; o todo que se guarda velado na semente fecundante se expressa na luz apenas para transmitir na matéria o código que antes guardava sob a esfera; a pequena bolota que eclodiu no grande ato; o big bang.

A semente, ou sêmen revelou-se o seu deus. — E, o universo? — Onde poderia manter a incubadora? A grande mãe em seu código de alinhamento e conexão para gerar mundos?

No esquema da vida tudo é gerado por somas, o todo é gerado potencialmente pelas pausas, crivações, vírgulas que se vinculam ao zero; a esfera primordial e que denotaria a expansão no discernimento humano, para nos encaixar nessa fenda e explicar à nós mesmos as teorias e intuições ao longo de nossa existência.

No que se revela, a embriologia decorre em seus devidos graus; papel em que o homem cumpre o seu estado de condição consciente, conforme atinge a idade. Na maré com efeito em conjunção com a lua registra em suas profundas rochas e nos vales e picos a sua idade; revelando ao seu modo de linguagem a sua forma consciente de tempo. Onde, por meio de precocidades deixa o seu legado de ionização. Essas amostras do tempo revela o rigor que a mãe deixa, seus rastros de grau e ângulos definidos.

Voltando à embriologia; enquanto os códigos se abrem para formar seu próprio canto, a música que gera energia está no coração da mãe, onde a inteligência celular estabeleceu para o corpo que aquele ser não se trata de um corpo estranho, o hormônio definiu isso, mas ainda usa o som vibrante do coração da mãe para empurrar na correnteza do sangue a energia suficiente, expandindo-se ao som dos akashas, a reluzente forma operante dos cromossomos. De fato, em sua completude, tudo está gerado na consciência do próprio tempo; a esfera que guardou, registrou e formulou o corpo e a face de um novo ser, encontra-se hermético, mas existe na cronologia do tempo, por exatidão, mas esta, se revela por uma massa corpórea e temporal.

Nessa forma representativa de existência, abre-se o pote de fogo que criva os seres, torna-se vivos numa arquitetura móvel de ossos, nervos, músculos, torna se então, aptos para viver uma amostra material com os sentidos apurados; e que por meio desse canal vivente leva ao definitivo. O rio que decorre a enorme serpente entronada; a margem dos imortais; crivando o verdadeiro 9; na consciência.

— E, o tempo dentro do universo? — Alteraria a sua engenhosidade?



TEXTO COM ©DIREITOS PRESERVADOS – ORIGINAL: CLAUDIANNE DIAZ
TEORIA - Uma Estrela Binária; Equação teórica de uma semente estelar - 

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