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Acheron

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Nas Profundezas de Acheron As orlas inferiores   Porque tudo que levo é o meu silêncio e perpetuado entre os ecos de meu próprio herói, ouço bradar acima de mim, as vozes que no além irei deixar como memórias vivas...   Senti preso em meus cabelos, um alfinete que mesclava a dura forma fractal dos gelos, mãos que suavemente me penteavam, mas que ao mesmo tempo, me lavavam, deixando no rosto a palidez que outrora entre as chamas queimou-me. A quietude das orlas inferiores das brumas, o silêncio que me fez jurar para que pudesse ser levada ao submerso rio. As divisões de mundos já haviam sido feitas, o silêncio havia sido pago. Não pude soar com a voz de minhas cordas, mas nos meus olhos ainda havia preço. Eu vi e senti as profundezas tomarem-me, queria gritar com a alma, expressar a loucura das orlas, das camadas que me envolviam, do apreço, das chamas que me devoravam, das águas que se misturavam entre as três temperaturas , todas ao mesmo tempo. Entravam sobre as ...

Semente estelar - uma breve teoria




Teoria; uma estrela binária — um ventre

 Equação teórica de uma semente estelar — ordem azeviche
 

Assim, como os seres humanos precisam de uma incubadora, onde o calor gerado é necessário para formar os códigos. Mediante, o canto, ou seja, o som desse oriundo mundo esmiúça os códigos e transportam para as suas bases de bpms os rítmicos de energia, e assim, vai abrindo, expandindo, rasgando de suas potenciais forças, os canais de existencial pós. Pois, a vida em si já existe, a inteligência celular já mantém engendrado o código inteiro; o todo que se guarda velado na semente fecundante se expressa na luz apenas para transmitir na matéria o código que antes guardava sob a esfera; a pequena bolota que eclodiu no grande ato; o big bang.

A semente, ou sêmen revelou-se o seu deus. — E, o universo? — Onde poderia manter a incubadora? A grande mãe em seu código de alinhamento e conexão para gerar mundos?

No esquema da vida tudo é gerado por somas, o todo é gerado potencialmente pelas pausas, crivações, vírgulas que se vinculam ao zero; a esfera primordial e que denotaria a expansão no discernimento humano, para nos encaixar nessa fenda e explicar à nós mesmos as teorias e intuições ao longo de nossa existência.

No que se revela, a embriologia decorre em seus devidos graus; papel em que o homem cumpre o seu estado de condição consciente, conforme atinge a idade. Na maré com efeito em conjunção com a lua registra em suas profundas rochas e nos vales e picos a sua idade; revelando ao seu modo de linguagem a sua forma consciente de tempo. Onde, por meio de precocidades deixa o seu legado de ionização. Essas amostras do tempo revela o rigor que a mãe deixa, seus rastros de grau e ângulos definidos.

Voltando à embriologia; enquanto os códigos se abrem para formar seu próprio canto, a música que gera energia está no coração da mãe, onde a inteligência celular estabeleceu para o corpo que aquele ser não se trata de um corpo estranho, o hormônio definiu isso, mas ainda usa o som vibrante do coração da mãe para empurrar na correnteza do sangue a energia suficiente, expandindo-se ao som dos akashas, a reluzente forma operante dos cromossomos. De fato, em sua completude, tudo está gerado na consciência do próprio tempo; a esfera que guardou, registrou e formulou o corpo e a face de um novo ser, encontra-se hermético, mas existe na cronologia do tempo, por exatidão, mas esta, se revela por uma massa corpórea e temporal.

Nessa forma representativa de existência, abre-se o pote de fogo que criva os seres, torna-se vivos numa arquitetura móvel de ossos, nervos, músculos, torna se então, aptos para viver uma amostra material com os sentidos apurados; e que por meio desse canal vivente leva ao definitivo. O rio que decorre a enorme serpente entronada; a margem dos imortais; crivando o verdadeiro 9; na consciência.

— E, o tempo dentro do universo? — Alteraria a sua engenhosidade?



TEXTO COM ©DIREITOS PRESERVADOS – ORIGINAL: CLAUDIANNE DIAZ
TEORIA - Uma Estrela Binária; Equação teórica de uma semente estelar - 

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