A TRAVESSIA DOS MUNDOS
A TRAVESSIA DOS MUNDOS
— Como a
alma se move entre planos, dimensões e realidades utilizando a vibração como
veículo?
A alma não está confinada a um único plano, pois sua natureza é multidimensional e vibracional. Ela se move entre mundos internos e externos, entre planos densos e sutis, entre realidades lineares, espiraladas e luminosas, não por meio do corpo físico, mas pela frequência que sustenta a consciência. A vibração é o verdadeiro veículo da travessia; a consciência é quem conduz esse movimento; e a intenção orienta o caminho que será percorrido.
Quando a
alma compreende sua essência vibracional, descobre que pode acessar diferentes realidades como quem muda a sintonia de um instrumento ou de uma estação. Cada mundo corresponde a uma oitava, cada dimensão revela uma nota, e cada plano manifesta uma camada da mesma luz. A Travessia dos Mundos, é a arte de
navegar por essa grande sinfonia da existência, reconhecendo que toda mudança
de estado interior é também uma mudança de campo, de percepção e de realidade.
A alma não viaja pelo espaço como o corpo imagina; ela viaja pela
frequência. Cada plano possui uma vibração específica e, quando a consciência
ajusta seu próprio campo, alinha-se, naturalmente ao mundo correspondente.
Assim, como um rádio capta uma estação ao encontrar a frequência certa, a alma
sintoniza uma realidade quando sua vibração se torna compatível com ela.
Nessa jornada, a alma pode atravessar mundos densos, sutis e luminosos. Nos mundos densos, associados à terceira dimensão, predominam os planos físicos, materiais e biológicos, onde o tempo parece linear e a forma se apresenta sólida. Nos mundos sutis, ligados às dimensões emocionais, mentais e geométricas, o tempo torna-se mais elástico e a forma revela sua natureza vibracional. Já nos mundos luminosos, vinculados às dimensões mais elevadas da consciência, a realidade se expressa como luz, pura vibração e inteligência espiritual, onde o tempo deixa de ser linha e passa a ser espiral.
A travessia vertical acontece quando a alma se move entre dimensões
superiores e inferiores, expandindo ou densificando sua vibração. Ao elevar-se,
ela alcança maior clareza, intuição, leveza e percepção; ao descer, aprofunda
sua presença, sua capacidade de manifestação, sua ancoragem e sua experiência
no mundo concreto. Esse movimento não representa queda ou fuga, mas a espiral
natural da consciência, que aprende tanto ao ascender para a luz quanto ao
encarnar a luz na matéria.
Existe também a travessia horizontal, na qual a alma se desloca entre versões alternativas de uma mesma realidade. Essas possibilidades coexistem como linhas do tempo, futuros prováveis e caminhos vibracionais. Cada escolha, emoção, intenção e cada mudança de frequência abre uma passagem para uma nova configuração da existência.
A travessia radial, por sua vez, corresponde à expansão da consciência para além dos limites do corpo e da identidade pessoal. Nesse estado, a alma percebe outras almas, acessa campos coletivos, sente vibrações planetárias e se conecta ao Campo Unificado. Trata-se, da viagem da consciência expandida, em que o ser reconhece que não está isolado, mas inserido em uma rede de luz e informação.
Os portais dessa travessia são vibracionais. O silêncio é o portal
mais puro, pois nele o tempo se dissolve e a alma toca o ponto zero.
Entre uma vida e outra, a travessia assume sua forma mais ampla. A
alma deixa a densidade, atravessa o ponto zero, revisita dimensões, reorganiza
sua espiral e escolhe novos caminhos de aprendizagem e manifestação. Essa
passagem não é fim, mas continuidade; a transformação de estado; o retorno a uma dimensão mais pura de si mesma.
A alma que aprende a atravessar conscientemente os mundos deixa de
temer o desconhecido, não se apega à forma, não se limita ao tempo e não se
identifica com uma única realidade. Ela se move com leveza entre planos porque
compreende que todos são expressões de uma mesma luz e o ápice da liberdade vibracional.
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Nesse excerto de minha Obra ainda em trabalho de produção - A LINGUAGEM DO SOL - Cada planeta conta a história breve da humanidade dentro do seu ponto exato; O ZERO. Chegando em órbitas transnetunianas, onde o papel do homem dentro da sua história, não é deixar um legado de riquezas onde a traça consome, mas a cartografia do céu. Entender o seu papel no mundo, registrar o que ainda não foi escrito, sobre os avanços científicos aeroespaciais. Onde o mundo ainda registrará planetas que obedecem a matemática Mercuriana. Em seu tempo... em seu devido tempo! E, estão todos lá, no astrolábio dividido entre os planos. Mas, guardados ainda, para assegurar-se, da ganância desse tempo!
O universo é um corpo, e o corpo é um universo. Os deuses são processos biológicos em escala cósmica.



