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Na Eternidade - Onde me sentei e chorei

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A Alma Indivisível – Onde me sentei e Chorei [À minha mãezinha...]   Quando atravessei o limiar, não encontrei escuridão. Encontrei paz — e nele, todas as vozes que ignorei em vida. A morte não me levou; ela me apresentou àquilo que sempre fui despida do tempo, sem peso. Compreendi, então, que viver não é existir — é tocar e ser tocada, ainda que por um instante. O fim não fecha a porta. Apenas ensina a olhar para trás com ternura! Essas são minhas palavras... Lá onde atravessei o portal de bronze, onde havia inúmeras serpentes escuras, até os cachos de brotos das árvores eram ninhos de seus filhotes, acreditei estar em um lugar intocável, um lugar apenas para os que não retornam. Estive ali, à beira das águas que não ousaria tocar. Mas, tive que tocar. Acompanhei alguém na caminhada mais dura e difícil da minha vida, minha mãezinha , a que jamais quis ter que voltar. Mesmo assim, aqui estou. Na primeira camada, a morte é a lei; na camada das sombras, é a passagem, a escolh...

Terracota - OS SERES ORIGINÁRIOS




Terracota — OS SERES ORIGINÁRIOS

 

Imortalidade.

Um feitio e fonte na qual a própria síntese conclui com a antiga nomenclatura do i ao número-mestre de ocasião, o 9.

Espírito de fogo, poder do além-túmulo, fonte regeneradora do paraíso e servidores ininterruptos de divisores; formais do oriundo círculo sem fim às dezesseis voltas eternas do tempo e que por destino do puro devir fazeis as divisões e as multiplicações de dentro para fora. Onde por meio da centeia divina, a energia viva transcende as bifurcações ancestrais do puro núcleo criador.

Estais em toda a obra interior e impregnado da energia mercuriana e que por decreto vibra em porções manifestadas da exortação purificadora de toda a matéria. O devir da puppis e o devir da oriunda forma contrastante de todo o ser; és a forma crua e balsâmica das regenerações, representando de forma terrosa a simbologia do poder da imortalidade, eternidade e além-mundo, os seres de todas as épocas e de todos os tempos. Sejais unificados por base dos artesãos, por bases das esferas primordiais e das esferas sedentas de originalidade, que sejais puros e por pureza passais ao fogo, a energia que dilacera os ossos e a carne, a energia do absoluto e que por natureza divina estejais prontos na mão do grande artesão; a obra do tempo.

Mediante o fogo, da centeia viva expelida das estrelas formais os gases e adventos nas quais o homem em sua pura forma centra as ilimitações da energia que dentro dele o anima por sete voltas no tempo. Essas sete voltas inseridas em sua carne, ossos e músculos, veias, órgãos e nervos resultam na parte mais profunda coronária, a eterna energia vibrante e unificadora e que por inúmeras formas de reintegrar-se a perfeição de sua alma retorna de suas origens e se instala novamente ao corpo resignado de terra, mas que se reintegra nas dissociações de se aperfeiçoar nas limitações do ser perfeito, sabendo-se que do corpo, a terracota é o veículo de sua imortalidade, e sendo quem és, admitindo de sua majestosidade ser um peregrino em um corpo oferecido pelo próprio tempo, o espaço das sete voltas divinas; O que o levaria a ser um semeador de suas próprias doutrinas e serenidades e reavaliar o seu próprio eu na escala da vida. Aprende por primazia as formas de ser libertado de sua obra terrena para o paraíso, de onde a alma flui e eterniza a personalidade até encontrar-se com o outro eu. Esse eu que o encontra pelos caminhos da vida, quando os olhos da própria alma os encaram e como os espelhos refletores de toda a verdade emanam para si o que sempre foi por essência; devolvendo por inteiro a forma ígnea de regeneração, a imortalidade.

Apreciando cada degrau e a cada obstáculo, ser reanimado por aquela centeia pura e energética que o conduz sempre avante. Sendo homem, a matéria ordinária e perfeita feitas pelas mãos divinas deixa a terra que o compôs de energia e se reintegra ao caos. A forma inteira novamente; a matéria pura, e de volta nas mãos dos artesãos do tempo permanece em estado de sono. Um sono profundo nas partes mais íntimas das câmaras do inconsciente. Lá, guardado e velado se junta aos seres de luz e espera as outras nove voltas do tempo, onde por meio delas fluem a passagem de volta a terracota, a morada do corpo biológico, onde por meio desse molde torna-se novamente as divisões do tempo, espaço e ocasião reiniciando a chave de panaya. A deusa do invólucro, do tempo, das eras e da massa energética 47.

Novamente a terra, a esfera condutora de energia bruta e que por meio dos gases nobres de hélio e que tão abundantemente reage com outros componentes transformando e edificado no homem como o coeficiente natural de seu habitat. Ele impregnado da essência justificadora da bondade universal do criador os beneficia até os limites desse periélio, e por conseguinte os regenera em todos os aspectos da formação de nutrientes para assegurar a condição humana.

Essas condições foram desde a sua origem perfeita e crucial na jornada biológica e por decretos altamente manifestos numa determinada era, as suas ramificações de ordinária, transformada em eras supressoras o início nas formações terrosas às sintéticas, sinópticas e substanciais.

 

Estais prontos para se reintegrar numa nova condição humana?


TEXTO COM ©DIREITOS PRESERVADOS – ORIGINAL: CLAUDIANNE DIAZ
TERRACOTA – OS SERES ORIGINÁRIOS
DO ORIGINAL - TERRACOTA

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