Novidade Filosófica!

Acheron

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Nas Profundezas de Acheron As orlas inferiores   Porque tudo que levo é o meu silêncio e perpetuado entre os ecos de meu próprio herói, ouço bradar acima de mim, as vozes que no além irei deixar como memórias vivas...   Senti preso em meus cabelos, um alfinete que mesclava a dura forma fractal dos gelos, mãos que suavemente me penteavam, mas que ao mesmo tempo, me lavavam, deixando no rosto a palidez que outrora entre as chamas queimou-me. A quietude das orlas inferiores das brumas, o silêncio que me fez jurar para que pudesse ser levada ao submerso rio. As divisões de mundos já haviam sido feitas, o silêncio havia sido pago. Não pude soar com a voz de minhas cordas, mas nos meus olhos ainda havia preço. Eu vi e senti as profundezas tomarem-me, queria gritar com a alma, expressar a loucura das orlas, das camadas que me envolviam, do apreço, das chamas que me devoravam, das águas que se misturavam entre as três temperaturas , todas ao mesmo tempo. Entravam sobre as ...

A Deusa e as Nove Obras Intocáveis - As Esferas Binárias




A DEUSA E AS NOVE OBRAS INTOCÁVEIS 

O PULSAR DAS ESFERAS BINÁRIAS

 

[...] Na imensidão descortinada do aguadeiro, mantém secretamente a pujança criadora de todo o universo. Vertendo de suas esferas a fronteira da luz, do advento e da realidade, onde os cones de pura energia fluem de lados opostos. Nessa velocidade, atravessando as barreiras da luz e usando aproximadamente 27 por cento de toda a sua expansão, distribuídos binariamente por segundo. Essa completude de celeridade plausível usa a inteligência de distribuição cognitiva.

Essa distribuição cognitiva em campos eletromagnéticos trabalha uniformemente, fazendo várias dosagens de compressão e aceleração, porém, essas distribuições são geradas por força de hidrogênio, que abrange na teosofia o doze e simplificado, o três. A raiz de sua força ulterior.

O universo usa a massa desse campo e atribuindo as suas esferas binárias recria outros campos morfológicos de pressão, onde as divisões conjecturais formam perfeitamente a energia que precisa sem alterar o seu código de origem.

O seu fluxo de ida e vinda em todos os campos elementares intervém, e nessa força energicamente abastecida se mantém isolando-se por uma pausa de aproximadamente, 164 dias solares.

Esse intervalo de força supressora a deusa entra.

Na seiva de minhas bases aprecio a protuberância, pois é nessa conjectura que manifesto toda a realidade. Já que, o alimento está por ser dissolvido entre as minhas vértebras. A seiva de fogo puro que purifica e engrena as minhas esferas ulteriores, descendo e circulando-me nas esferas negativas. Meu plano por trás do palco terrestre, no vazio da escuridão é onde giro a alavanca do quinhão e de lá alimento-me por valores centrais.

Desenrolo panaya e ela vomita por porções exatas as radiações eletromagnéticas nas quais nessas divisões ionizadas, por pura maestria, o código me é doado inteiramente de volta.

Na matéria pura exteriorizo a transdução ao homem por meio dos gases que estouram em luminosidade, dando a ele uma forma palpável do tato, da visão e da sensação. Pois, esses são três fatores de que o homem encarnado precisa.

Na velocidade de minha magnificência crio o feixe de luz, o cone, a linha do tempo e que subestimados a calcular-me, pulsa em mim os bpms de um coração ulterior.

Nessa força inteiramente reflexiva de minha origem divido os polos de um dos meus gânglios, a terra e nas estações, recrio das conjecturas mais profundas da ordem dezenove e movo panaya.

Meus polos carregam-me por esferas negativas e positivas e nessa viagem atmosférica vibro.

Minhas vibrações após o segundo contorno de todo o eixo de rotação, arranja as ondas mais severas nos oceanos causando os impactos mais profundos, nas encostas de água e fogo puxo uma limalha e recolho panaya.

O tempo terrestre contado e cronometrado pelo homem em dias solares equivalem o 2 e o 1, insípido pelo 0 ao meio cortando-me ao advento inicial de minhas raízes.

Iniciando um novo trajeto e desacelerando as ondas mais espessas das camadas fluviais e levando toda a energia aos polos do celeste Norte. Porque trabalho para acelerar e expandir novas camadas, novos planos de energia, seguindo severamente ao caminho triunfante dos 12 milhões de anos direto para Vega. Onde o pulsar teosófico 9 entrará em vigor.

Um limiar de vida interessante, onde as linhas da realidade estarão a mercê da ilusão. Onde o misticismo atribuirá a ciência e caminharão juntas. Onde o domínio de uma ou outra os nutrirão, e então, por um breve estalo de consciência o homem descobrirá o valor de sua verdadeira essência.

Em minhas vértebras guardarei sempre a realidade absoluta aos seres e por meio de minhas fendas os nutrirei, mas não sou piedosa quanto às esferas binárias. Elas dissolvem e exterminam o desnecessário para a existência em todo o universo. O homem é parte das minhas poeiras estelares e deles reformulo em um dos meus gânglios trazendo-me de volta as porções que panaya vomitara.

A vida e a morte são partes das minhas conjecturas, a base dos meus gânglios e toda a vastidão negra que abro na imensidão das constelações em direções opostas são em parte o meu banquete. Trago-as para uma realidade admissível ao homem. É por meio de enormes buracos negros que me alimento, me nutro e devolvo os gases subdivididos de tempo.

Esse é o meu sistema essencial e assumo todas as divisões de tempo, grau e medida por densidade, energia e pressão. Tudo por milissegundo, quarks e leptões.

Porque sou o tempo e essa é uma das minhas nove obras.



Original: Claudianne Diaz
Texto com ©DIREITOS AUTORAIS

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